Esta vai ser a última chance da temporada para Gamalho conseguir passar os rivais da disputa e tentar se manter isolado na liderança. Isso porque o time tricolor vai encerrar a sequência de sete partidas firmadas pela diretoria do Santa com o consórcio da Arena para 2014. Por outro lado, o clássico não é o fim da linha para Sassá na busca deste objetivo pessoal. O jogador timbu poderá atuar mais duas vezes em São Lourenço da Mata neste ano. Contra Luverdense e Ponte Preta, na 35ª e na última rodada da Segundona.

Estímulo
Informado sobre este cenário pelo Supersportes, Sassá admitiu que a partir de agora, ele terá um estímulo extra no clássico. “Eu nem estava sabendo dessa situação da artilharia, mas sem dúvida, vira uma motivação a mais. Vou me esforçar bastante para ganhar esta briga com Léo Gamalho”, provocou, em tom de brincadeira. “Isso é fruto de um trabalho bem feito. Um trabalho coletivo. Se não fossem os meus colegas, eu não conseguiria esta marca”, acrescentou o jogador, que entrou em campo dez vezes na Arena, levando à média de 0,6 por partida.
Léo Gamalho também tem os seus trunfos. Para o lado do camisa 9 do Santa Cruz, pesa o fato de ele ter uma média de gols (um por jogo) maior que a de Sassá na Arena. Apesar, inclusive, de ele ter atuado quatro vezes a menos no estádio que o concorrente alvirrubro. Passou em branco na rodada passada, na derrota por 1 a 0 para o América-RN. Prefere não projetar gols. E, bem diferente de Sassá, o coral prefere ser mais comedido ao falar da disputa. “Não coloco peso em cima de mim. Lógico que fico feliz por estar marcando. Mas nunca pensei em ser o goleador da Arena. As coisas acabam acontecendo justamente por não ter esse foco”, destacou.
Texto escrito por Celso Ishigami /Diario de Pernambuco
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