Todo torcedor brasileiro das demais regiões e que já tem alguma idade, sabe que durante muito tempo pelo menos os times de Belém, como o Remo e o Paysandu, tiveram papel importante em nosso futebol. Fazem falta, agora, como faz falta ver Belém nos nossos circuitos mais importantes – as séries A e B do Campeonato Brasileiro.
Os 25 times têm um total de 866 jogadores. Seu valor estimado total – 174 milhões de euros ou 401 milhões de reais – equivale ao valor somado dos times do Santos e do Palmeiras.
A Região Nordeste tem 19 dos 25 times. Os outros 6, da Região Centro-Oeste, são todos do estado de Goiás. Vale lembrar, igualmente, a ausência de times do Mato Grosso do Sul (como o Operário) e de Brasília (Brasiliense e Gama), que já protagonizaram bons papeis em nosso futebol. Os times dos estados da Bahia, Pernambuco, Goiás e Ceará somam 84% do total dos 25 times.
Temos uma estrutura e regulamentos definidos, que devem ser respeitados. Cidades, para não dizer estados ou o Distrito Federal como um todo, como Belém, Brasília e Campo Grande têm plenas condições econômicas para abrigar um time ao menos capacitado para disputar as séries A e B. Isso leva-me a crer que o problema básico nesses casos, como de resto ocorre em todo o país, está ligado a gestões que não foram e não são capazes de organizar e estruturar adequadamente clubes que já contam com o mais importante: torcedores e mercado.
Fonte: Globo Esporte.com
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